quinta-feira , 27 janeiro 2022
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Falta e alto custo dos insumos continuam como principal problema da indústria

Pesquisa da CNI mostra que, pelo sexto trimestre seguido, o acesso à matéria-prima

é um entrave para o industrial. Atualmente atinge 60% dos entrevistados.

A Sondagem Industrial, pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), mostra que a falta ou o alto custo das matérias-primas continua em primeiro lugar no ranking dos principais problemas das empresas industriais. Este problema é apontado por 60,6% dos industriais e ocupa o topo do ranking pelo sexto trimestre consecutivo. Foram entrevistadas 1837 empresas, sendo 769 pequeno porte, 634 médio porte e 434 de grande porte entre 3 e 14 de janeiro de 2022.

Para o gerente de Análise Industrial da CNI, Marcelo Azevedo, a falta de matéria-prima é um problema que parou de apresentar piora ao final de 2021. “Ainda é um problema muito grave, mas parou de piorar depois de muitos trimestres. A percepção dessa falta de matérias primas é ainda muito generalizada” avaliou.

A carga tributária, assinalada por 33,2% dos respondentes, ficou em segundo lugar entre os problemas enfrentados pelo empresário no quarto trimestre de 2021. A baixa demanda interna, com 23,1% das assinalações, é a terceira principal dificuldade. Esse problema aumentou na percepção do empresariado e 3,7 pontos percentuais na comparação entre terceiro e o quarto trimestre do ano passado.

Produção e emprego industrial apresentam queda em dezembro

A pesquisa também apontou queda da produção industrial entre novembro e dezembro de 2021. O índice de evolução da produção ficou em 43,3 pontos, resultado que está abaixo da linha divisória de 50 pontos, que separa queda e crescimento da produção. A queda na passagem de novembro para dezembro é usual para o período, mas em 2021 foi mais intensa que em 2020.

Em dezembro, pela primeira vez no ano, o emprego industrial registrou queda. O resultado, todavia, ainda supera em 1,9 ponto a média do mês de dezembro nos anos anteriores. Além disso, no mês a utilização da capacidade instalada foi de 68%, o que representa uma diminuição de quatro pontos percentuais na comparação com novembro.

Otimismo dos empresários é mais moderado que o do início de 2021

Os índices de expectativa de demanda, de exportação, de compras de matérias-primas e de número de empregados apresentaram pequenos aumentos no mês de janeiro, indicando maior otimismo dos empresários para o início de 2022.

Todos os resultados continuam acima da linha de 50 pontos, o que indica expectativa de crescimento nos próximos seis meses. No entanto, o otimismo é menor que em 2021. Na comparação com o janeiro de 2020. O índice de expectativa de demanda caiu 2,7 pontos na comparação de janeiro de 2022 com janeiro de 2021.

Registrar a marca não é opção, é necessidade!

Por Sandra Santos*

A marca está entre os mais importantes patrimônios de uma empresa. Quando bem cuidada, pode gerar lucros constantes por meio de exploração direta ou indireta, pois é o principal elo entre o negócio e o cliente, pois as empresas são identificadas por suas marcas. Leia Mais »

KPMG: dez tendências para o setor de consumo e varejo no próximo ano

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Indústria encerra o ano confiante com os próximos seis meses

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) avançou em dezembro de 2021 e interrompeu

uma sequência de três quedas. Entre setembro e novembro, o ICEI havia recuado 7,2 pontos

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), da Confederação Nacional da Indústria (CNI), avançou 0,7 ponto em dezembro de 2021 em relação a novembro, subiu de 56 para 56,7. A alta interrompe uma sequência de três fortes quedas, quando o ICEI recuou 7,2 pontos. Esse índice varia entre 0 e 100, tendo uma linha de corte em 50 pontos. Dados acima de 50 indicam confiança e abaixo falta de confiança. Foram entrevistadas 1.471 empresas entre 1º e 7 de dezembro.

O indicador está acima da média histórica de 54,1 pontos. No entanto, na comparação com dezembro do ano passado há um recuo. O ICEI caiu de 63,1 para 56,7. Essa queda releva que a confiança está menos disseminada e intensa do que no final de 2020.

O gerente de Análise Econômica da CNI, Marcelo Azevedo, explica que a diferença é justificável. No fim do ano passado, a indústria estava bastante aquecida, após uma rápida recuperação no que se considerava uma superação definitiva da crise de covid-19 e com a falsa percepção de que o problema de insumos seria contornado facilmente no primeiro semestre do ano seguinte.

“Nada disso aconteceu e, no mês seguinte, vimos a confiança cair. Mas também temos que admitir que a confiança sobe no fim do ano, pela esperança de que o ano novo será melhor”, explica.

No índice atual, é igualmente importante observar os componentes do ICEI. A confiança é formada pelo Indicador das Condições Atuais e o Indicador de Expectativas para os próximos seis meses. Para o momento, a confiança na economia brasileira está em 45,3 pontos, abaixo da linha divisória, e na empresa, 52,4 pontos. Na média, a percepção sobre as condições atuais ficou em 50 pontos.

A percepção para os próximos seis meses é bem diferente. O indicador para a economia está em 55,3 pontos e para a empresa, 62,5. A média ficou em 60,1. A leitura desse dado mostra que o otimismo para o próximo semestre está mais forte e disseminado.

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