segunda-feira , 22 outubro 2018
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Biotecnologia

Merck inaugura M Lab™ Collaboration Center em São Paulo, Brasil

Espaço oferecerá suporte desde a produção pré-clínica até a produção em larga escala e desenvolvimento de metodologias analíticas
O M Lab™ permitirá interação dos clientes com portfólio de produtos e expertise técnico

A Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, inaugura oficialmente seu M Lab™ Collaboration Center no Brasil, localizado em São Paulo e servindo como hub para a América Latina como um todo. No complexo de laboratórios, os clientes de Life Science são convidados a colaborar e explorar na prática, ao lado de cientistas e especialistas da Merck, problemas desafiadores na aceleração dos processos de desenvolvimento e produção de novas terapias.

“Com a indústria biofarmacêutica em rápido crescimento no Brasil e América Latina e a alta demanda por terapias inovadoras em todo o mundo, existe uma necessidade por suporte no desenvolvimento de processos de ponta a ponta” diz Udit Batra, membro do Conselho Executivo da Merck e CEO da Life Science. “Em nosso M Lab™ Collaboration Center nossos clientes se beneficiarão do profundo conhecimento técnico da Merck para desenvolver processos de pesquisa e fabricação de medicamentos de forma mais rápida, segura e mais efetiva do que no passado.”

Com uma área de laboratório de 1.000 metros, o espaço permite rodar projetos pilotos para os clientes receberem suporte no desenvolvimento de processos, solução de problemas, demonstrações e treinamento prático. Sendo um dos 9 M Labs™ no mundo, o centro permitirá aos clientes e parceiros como companhias farmacêuticas, governos, mundo acadêmico, órgãos reguladores e associações do setor explorar novas formas de aumentar a produtividade, melhorar processos e mitigar riscos.

A cada ano, mais de 1,500 clientes visitam os M Lab™ Collaboration Centers da Merck, onde trabalham em parceria com o time de experts da empresa e têm acesso a ferramentas e métodos de dimensionamento e simulação, além de suporte analítico. O centro disponibilizará, ainda, capacitação para profissionais com cursos direcionados a área de Biotecnologia Farmacêutica, o que inclui treinamentos ministrados em sala de aula complementando com sessões práticas e interativas. Os outros M LabTM estão localizados na China, Cingapura, Japão, Coréia do Sul, Índia, França e Estados Unidos.

A Merck abriu seu primeiro laboratório voltado para o cliente em 1995, em Massachusetts, EUA. A rede global de laboratórios cresceu desde então continuamente ao longo dos anos, não apenas para atender as necessidades de treinamento e desenvolvimento de processos dos clientes localmente, mas também permitindo a transferência de tecnologia entre países. Em 2015, a Merck começou a recriar estes laboratórios com o conceito dos M Lab™ Collaboration Centers, focados nos clientes.

Sobre a Merck

A Merck é uma empresa líder em ciência e tecnologia em Saúde, Life Science e Performance Materials. Cerca de 50.000 funcionários trabalham para desenvolver tecnologias que melhoram e prolonguem a vida – de terapias com biofarmacêuticos para tratar câncer ou esclerose múltipla, sistemas de ponta para pesquisa e produção científica até cristais líquidos para smartphones e televisores LCD. Em 2017, a Merck obteve faturamento de € 15,3 bilhões em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a mais antiga empresa farmacêutica e química do mundo. A família fundadora continua sendo a acionista majoritária do grupo de empresas de capital aberto. A Merck detém os direitos globais do nome e da marca da Merck em todo o mundo, exceto nos Estados Unidos e o Canadá, onde a empresa é conhecida como EMD Serono, MilliporeSigma e EMD Performance Materials. Para saber mais, acesse www.merck.com.br e/ou siga-nos no Facebook (@grupomerckbrasil) e Instagram (@merckbrasil).

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ABBI pede urgência na aprovação do projeto de Lei do RenovaBio

Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI) reforça a importância da aprovação do programa RenovaBio como medida para a redução de gases de efeito estufa, incremento econômico e desenvolvimento sustentável do país.

Transformar o programa RenovaBio em uma Lei é imprescindível. Além da iniciativa ajudar o país a cumprir as metas firmadas pelo Brasil no Acordo de Paris, sem ele, corremos sério risco de perder nossa relevância e liderança tecnológica na bioeconomia para países que estão implementando políticas similares. É o que conseguimos observar durante a 23ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 23), realizada em Bonn, na Alemanha. “O Brasil foi ao encontro sem conseguir apresentar medidas efetivas. Necessitamos de uma atuação contundente que garanta o retorno dos altos investimentos públicos e privados já realizados e previstos”, explica Bernardo Silva, presidente da Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI).

O RenovaBio ajudará a expandir a fronteira industrial e empregos qualificados para todo o território brasileiro, com o potencial de investimentos em 120 novas biorrefinarias em 20 anos. “Elevará o valor produzido por hectare, utilizando resíduos agrícolas, como o bagaço e palha da cana-de-açúcar, milho, eucalipto e outros grãos, para a produção de biocombustíveis de 2ª geração”, analisa.

São muitas áreas de impacto em que o RenovaBio, transformado em Lei, ajudará no desenvolvimento do Brasil. “Ele deverá provocar a injeção de US$160 bi ao PIB nacional por ano. A consolidação e a valorização das novas tecnologias estimularão investimentos de US$400 bi em 20 anos, além da arrecadação de impostos geradas pelos investimentos previstos e com a produção adicional, que, juntas, somarão US$9,5 bi por ano”, comenta o presidente.

O RenovaBio vai estimular a inovação na indústria nacional, garantir a segurança energética e o abastecimento, gerar benefícios ambientais, sociais e de saúde pública, preservar a infraestrutura existente, como distribuição e revenda, além de contar com uma frota apta ao uso de etanol. Indo além, está a promoção de benefícios ambientais, sociais e de saúde pública e a recuperação do interesse do setor privado em novos investimentos.

 

Novozymes é a segunda melhor empregadora do mundo, segundo a revista Science Magazine

Pelo terceiro ano consecutivo, a empresa de biotecnologia dinamarquesa Novozymes, que emprega cerca de 300 colaboradores na América Latina, está no ranking dos 10 melhores empregadores mundiais. Os funcionários são motivados pelo propósito da empresa, que é encontrar soluções biotecnológicas para desafios globais.

 A revista Science Magazine reconheceu a Novozymes como a segunda melhor empregadora do mundo em sua “Pesquisa Top Empregadores de 2017”.

A pesquisa é o resultado da avaliação realizada com funcionários das indústrias biotecnológicas, biofarmacêuticas, farmacêuticas e relacionadas, com o propósito de destacar as 20 empresas do mundo com a melhor reputação de empregadores. A pesquisa também identifica as características que tornam essas empresas excelentes lugares para se trabalhar. A Novozymes ocupou o primeiro lugar na pesquisa em 2015 e ficou em sexto lugar em 2016, neste ano, está em segundo lugar.

“Estamos honrados em ser reconhecidos no topo desta prestigiosa lista pelo terceiro ano consecutivo”, diz o vice-presidente sênior, Claus Crone Fuglsang, diretor de pesquisa e tecnologia da Novozymes. “Desenvolvemos soluções biotecnológicas para alguns dos maiores desafios do nosso tempo, como a necessidade de produzir mais alimentos, uma agricultura mais sustentável, energia renovável e ar e água limpa. Essa é uma motivação diária para todos na Novozymes”, comenta Emerson de Vasconcelos, presidente Regional da Novozymes Latin America.

Os entrevistados responderam uma pesquisa online, na qual foram solicitados a classificar as empresas com base em 23 características, incluindo a força financeira, a fácil adaptação às mudanças e um ambiente orientado pela pesquisa. Os entrevistados destacaram a empresa como “líder inovadora na indústria”, “funcionários leais” e tendo valores de cultura de trabalho alinhados com os valores pessoais dos funcionários. Essas foram as principais características da Novozymes, o que ajudou a posicioná-la na alta classificação.

Usando a biologia para tornar o mundo um lugar melhor

A Novozymes é pioneira no campo da biotecnologia industrial desde a década de 1940. Um em cada cinco dos 6.500 funcionários que trabalham na empresa atuam no setor de pesquisa e desenvolvimento, nos principais centros de pesquisa localizados na Dinamarca, China, EUA, Brasil e Índia. A Novozymes investe 13-14% da sua receita total em pesquisas a cada ano.

Como o maior fabricante mundial de enzimas industriais e microrganismos, a biotecnologia da Novozymes é utilizada por empresas de todo o mundo, preocupadas em economizar energia, água e matérias-primas, em uma ampla gama de produtos, que vão desde detergentes para roupa, têxteis e cerveja, biocombustíveis, alimentos para animais e culturas. Em 2016, a aplicação mundial da tecnologia da Novozymes ajudou os clientes a reduzirem as suas emissões de CO₂ em cerca de 69 milhões de toneladas, o equivalente a tirar 30 milhões de carros da estrada.

Novozymes no Brasil

Ser uma empresa mundialmente reconhecida pelo seu trabalho em desenvolvimento de bioinovação voltada para aplicação industrial, contribuindo para a produção de produtos mais sustentáveis, em diversos segmentos da cadeia produtiva, faz com que a Novozymes atue, diariamente, com foco exclusivo em oferecer soluções em biotecnologia em cada uma das suas unidades no Brasil, tanto nas plantas industriais, localizadas nas cidades de Araucária e Quatro Barras, no Paraná, como nos escritórios em São Paulo (SP) e Brasília (DF), com foco na área de enzimas e microrganismos.

“As respostas aos maiores problemas do mundo às vezes podem ser encontradas nas menores coisas da natureza”, diz Claus Crone Fuglsang. “Nós investimos muito em novas inovações e continuamos a ficar maravilhados com o quanto a biologia pode fazer para ajudar o mundo a tornar-se mais sustentável”, completa Vasconcellos.

A capacidade da Novozymes de crescer como uma empresa e de cumprir a missão de encontrar respostas biológicas para uma vida melhor em um mundo em crescimento, depende de permitir que os funcionários se desenvolvam profissionalmente e pessoalmente. O compromisso de capacitar os funcionários para o seu desenvolvimento está ancorado nos objetivos de sustentabilidade de longo prazo da Novozymes, que impulsionam as ações da empresa ao apoiar os Objetivos de Desenvolvimento Sustentáveis (ODS) ​​da Organização das Nações Unidas (ONU).

Sobre a Science Magazine:

A Science Magazine é o periódico acadêmico da Associação Americana para o Avanço da Ciência (AAAS) e uma das principais publicações científicas do mundo. A pesquisa dos Top Empregadores de 2017 baseia-se em 6.950 respostas da pesquisa de leitores e outros convidados. Os entrevistados, na maioria, estão na América do Norte (65%), da Europa (25%) e da Ásia / Pacífico (7%); e 94% trabalham em empresas de biotecnologia, biofarmacêutica e farmacêutica. Para a classificação completa, vá para www.sciencecareers.org/TopEmployers2017.

Prêmios e rankings recentes da Novozymes

  • Lista Fortune Magazine “Alterar o Mundo” 2016
  • Revista Forbes “Empresas mais inovadoras” 2016
  • CEO Peder Holk Nielsen na revista Forbes Magazine “Global Game Changers” 2016
  • CEO Peder Holk Nielsen em Insider Business “The Creators” list 2016