sábado , 15 dezembro 2018
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Biotecnologia

Empresa de biotecnologia norte-americana vai digitalizar odores

A empresa de biotecnologia MouSensor, Inc., spin-off da City University of New York (CUNY), está desenvolvendo uma plataforma para digitalizar os odores percebidos pelo olfato humano. Leia Mais »

Merck inaugura M Lab™ Collaboration Center em São Paulo, Brasil

Espaço oferecerá suporte desde a produção pré-clínica até a produção em larga escala e desenvolvimento de metodologias analíticas
O M Lab™ permitirá interação dos clientes com portfólio de produtos e expertise técnico

A Merck, empresa líder em ciência e tecnologia, inaugura oficialmente seu M Lab™ Collaboration Center no Brasil, localizado em São Paulo e servindo como hub para a América Latina como um todo. No complexo de laboratórios, os clientes de Life Science são convidados a colaborar e explorar na prática, ao lado de cientistas e especialistas da Merck, problemas desafiadores na aceleração dos processos de desenvolvimento e produção de novas terapias.

“Com a indústria biofarmacêutica em rápido crescimento no Brasil e América Latina e a alta demanda por terapias inovadoras em todo o mundo, existe uma necessidade por suporte no desenvolvimento de processos de ponta a ponta” diz Udit Batra, membro do Conselho Executivo da Merck e CEO da Life Science. “Em nosso M Lab™ Collaboration Center nossos clientes se beneficiarão do profundo conhecimento técnico da Merck para desenvolver processos de pesquisa e fabricação de medicamentos de forma mais rápida, segura e mais efetiva do que no passado.”

Com uma área de laboratório de 1.000 metros, o espaço permite rodar projetos pilotos para os clientes receberem suporte no desenvolvimento de processos, solução de problemas, demonstrações e treinamento prático. Sendo um dos 9 M Labs™ no mundo, o centro permitirá aos clientes e parceiros como companhias farmacêuticas, governos, mundo acadêmico, órgãos reguladores e associações do setor explorar novas formas de aumentar a produtividade, melhorar processos e mitigar riscos.

A cada ano, mais de 1,500 clientes visitam os M Lab™ Collaboration Centers da Merck, onde trabalham em parceria com o time de experts da empresa e têm acesso a ferramentas e métodos de dimensionamento e simulação, além de suporte analítico. O centro disponibilizará, ainda, capacitação para profissionais com cursos direcionados a área de Biotecnologia Farmacêutica, o que inclui treinamentos ministrados em sala de aula complementando com sessões práticas e interativas. Os outros M LabTM estão localizados na China, Cingapura, Japão, Coréia do Sul, Índia, França e Estados Unidos.

A Merck abriu seu primeiro laboratório voltado para o cliente em 1995, em Massachusetts, EUA. A rede global de laboratórios cresceu desde então continuamente ao longo dos anos, não apenas para atender as necessidades de treinamento e desenvolvimento de processos dos clientes localmente, mas também permitindo a transferência de tecnologia entre países. Em 2015, a Merck começou a recriar estes laboratórios com o conceito dos M Lab™ Collaboration Centers, focados nos clientes.

Sobre a Merck

A Merck é uma empresa líder em ciência e tecnologia em Saúde, Life Science e Performance Materials. Cerca de 50.000 funcionários trabalham para desenvolver tecnologias que melhoram e prolonguem a vida – de terapias com biofarmacêuticos para tratar câncer ou esclerose múltipla, sistemas de ponta para pesquisa e produção científica até cristais líquidos para smartphones e televisores LCD. Em 2017, a Merck obteve faturamento de € 15,3 bilhões em 66 países.

Fundada em 1668, a Merck é a mais antiga empresa farmacêutica e química do mundo. A família fundadora continua sendo a acionista majoritária do grupo de empresas de capital aberto. A Merck detém os direitos globais do nome e da marca da Merck em todo o mundo, exceto nos Estados Unidos e o Canadá, onde a empresa é conhecida como EMD Serono, MilliporeSigma e EMD Performance Materials. Para saber mais, acesse www.merck.com.br e/ou siga-nos no Facebook (@grupomerckbrasil) e Instagram (@merckbrasil).

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Aberta Enquete Pública sobre medicamentos biológicos

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Azbil Telstar elabora projetos e processos para a indústria de biotecnologia

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InGTec recebe trabalhos para Seminário de Rotas Tecnológicas da Biotecnologia

O InGTec (Núcleo de Pesquisa em Inovação, Gestão Tecnológica e Competitividade) e o Supera Parque de Inovação e Tecnologia, abriram inscrições para a submissão de trabalhos para o VII Seminário sobre Rotas Tecnológicas da Biotecnologia no Brasil. O evento acontece nos dias 22 e 23 de março, em Ribeirão Preto, reunindo profissionais e estudantes para discutir os caminhos tecnológicos da biotecnologia, por meio de palestras e mesas debates. Leia Mais »

CNPEM, Aché e Phytobios lançam iniciativa para descobrir novos fármacos a partir da biodiversidade brasileira

Com investimento inicial estimado em R$ 10 milhões, programa inédito tem o objetivo de desenvolver medicamentos inovadores inicialmente nas áreas de oncologia e dermatologia. Leia Mais »

ABBI pede urgência na aprovação do projeto de Lei do RenovaBio

Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI) reforça a importância da aprovação do programa RenovaBio como medida para a redução de gases de efeito estufa, incremento econômico e desenvolvimento sustentável do país.

Transformar o programa RenovaBio em uma Lei é imprescindível. Além da iniciativa ajudar o país a cumprir as metas firmadas pelo Brasil no Acordo de Paris, sem ele, corremos sério risco de perder nossa relevância e liderança tecnológica na bioeconomia para países que estão implementando políticas similares. É o que conseguimos observar durante a 23ª Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP 23), realizada em Bonn, na Alemanha. “O Brasil foi ao encontro sem conseguir apresentar medidas efetivas. Necessitamos de uma atuação contundente que garanta o retorno dos altos investimentos públicos e privados já realizados e previstos”, explica Bernardo Silva, presidente da Associação Brasileira de Biotecnologia Industrial (ABBI).

O RenovaBio ajudará a expandir a fronteira industrial e empregos qualificados para todo o território brasileiro, com o potencial de investimentos em 120 novas biorrefinarias em 20 anos. “Elevará o valor produzido por hectare, utilizando resíduos agrícolas, como o bagaço e palha da cana-de-açúcar, milho, eucalipto e outros grãos, para a produção de biocombustíveis de 2ª geração”, analisa.

São muitas áreas de impacto em que o RenovaBio, transformado em Lei, ajudará no desenvolvimento do Brasil. “Ele deverá provocar a injeção de US$160 bi ao PIB nacional por ano. A consolidação e a valorização das novas tecnologias estimularão investimentos de US$400 bi em 20 anos, além da arrecadação de impostos geradas pelos investimentos previstos e com a produção adicional, que, juntas, somarão US$9,5 bi por ano”, comenta o presidente.

O RenovaBio vai estimular a inovação na indústria nacional, garantir a segurança energética e o abastecimento, gerar benefícios ambientais, sociais e de saúde pública, preservar a infraestrutura existente, como distribuição e revenda, além de contar com uma frota apta ao uso de etanol. Indo além, está a promoção de benefícios ambientais, sociais e de saúde pública e a recuperação do interesse do setor privado em novos investimentos.