segunda-feira , 6 julho 2020
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Coronavirus: erro na medição de temperatura pode trazer riscos em massa

Câmeras térmicas são aliadas da segurança em lugares com grande circulação, mas é preciso seguir as orientações corretas para garantir a eficiência.

Caso uma pessoa infectada com Covid-19 circule em um ambiente com 100 pessoas, em 22 dias, ela pode contaminar 87 indivíduos, de acordo com as estatísticas. Como a febre ainda é o sintoma mais comum da doença, impedir a circulação de pessoas com temperaturas acima do normal é uma forma de combater a proliferação do vírus em lugares movimentados. Assim, aeroportos, rodoviárias, empresas, fábricas e vários outros ambientes com grande circulação de pessoas de todo o Brasil já estão adotando o uso de câmeras térmicas para aferir a temperatura e garantir mais segurança. Mas, se essas câmeras não seguem as normas corretas de utilização, as medições sofrem interferência e podem gerar diversos resultados falsos, tanto para o negativo quanto para o positivo. Uma janela aberta próxima ao local, por exemplo, é capaz de alterar o resultado final.

A ISO IEC 80601-2-59:2017, órgão que regula triagem de febre por termografia, indica as seguintes orientações:

· A medição precisa ser feita na área do ducto lacrimal dos olhos, não na testa ou pescoço;

· A leitura deve ser feita em uma única pessoa passando por vez (fila, corredor) não em vários rostos simultâneos;

· O aparelho não pode estar posicionado de frente para janelas e/ou passagens abertas

Se os cuidados não forem seguidos corretamente, as câmeras podem ser ineficientes. De acordo com Thomas Miliou, CEO da Poliscan Brasil, empresa que comercializa câmeras termográficas da líder mundial de mercado FLIR, as orientações devem ser rigorosamente seguidas para não trazer riscos à saúde. “Essas câmeras são as únicas adequadas para aferições de saúde e triagem de febre, com sensibilidade capaz de medições tão precisas quanto 0,3 °C no modo de aferição. Além de evitar que o contágio se espalhe, essa é uma forma de identificar as pessoas que estão doentes e assim direcioná-las para acompanhamento médico necessário, mas todas as normas da ISO precisam ser seguidas, caso contrário, os resultados podem ser inconclusivos”, explica Thomas.

Sobre a Poliscan Brasil

Há 11 anos, a Poliscan Brasil atua no segmento da saúde, comercializando, no Brasil e toda América Latina, a marca FLIR, líder mundial na fabricação de câmeras de termografia infravermelha com mais de 50 anos de mercado.

A Poliscan fornece câmeras para hospitais, clínicas médicas, veterinárias, fisioterapêuticas, empresas privadas, como a Samsung e a LG, e times de futebol, como Flamengo, Grêmio e Avaí. Sua tecnologia é a mais avançada e a única adequada para aferições de saúde e triagem de febre, com sensibilidade capaz de medições tão precisas quanto 0,07 °C — enquanto no Brasil, outras câmeras disponíveis, hoje, são inadequadas para uso na saúde, com margem de erro de até 5 graus.

Conheça mais: https://poliscanbrasil.com.br/

Instagram: @poliscanbrasil

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