A Teva Pharmaceuticals teve uma perda líquida de US$ 2,94 bilhões no quarto trimestre de 2018. A companhia israelense avalia o mau desempenho por conta da concorrência dos genéricos com seu carro-chefe Copaxone, medicamento para esclerose múltipla, bem como um declínio geral em seus negócios nos EUA. Além disso, também houve perda de receita após o fechamento de várias fábricas, instalações de pesquisa e escritórios.
O CEO Kåre Schultz afirmou em comunicado que a empresa prevê um ano difícil pela frente. “Esperamos enfrentar em 2019 desafios semelhantes aos de 2018, incluindo a contínua erosão do Copoxane nos EUA e na Europa, bem como a introdução de genéricos no mercado do ProAir para tratamento de asma”, disse o executivo. Ele também ressaltou que continuará a executar o plano de reestruturação, incluindo a otimização do portfólio global, concentrando os esforços na geração de caixa, a fim de reduzir a dívida da empresa.