domingo , 29 novembro 2020
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Infectologista da UFRJ conduz tratamento eficaz no combate da COVID-19 nos três primeiros dias de contágio

Dr. Edimilson Migowski já tratou 454 pacientes no SUS de Volta Redonda evitando a evolução da doença em pacientes de alto risco entre idosos, cardíacos, diabéticos e com outras comorbidades  

Uma conduta médica não vinculada ao estudo do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações tem se mostrado eficaz no tratamento dos primeiros sintomas de pessoas que contraíram o novo coronavírus. Até o momento, foram tratados 454 pacientes na cidade de Volta Redonda, no Rio de Janeiro. Conduzido pelo médico infectologista e professor da URFJ, Dr. Edimilson Migowski, o tratamento consiste na administração do medicamento Nitazoxanida, conhecido antiviral prescrito há mais de 15 anos no Brasil, sem efeitos colaterais consideráveis, que se demonstra capaz em deter a evolução da COVID-19 se ministrado nas primeiras 72h da contração do vírus.

Responsável pela conduta médica, Dr. Edimilson Migowski indica aos seus pacientes o tratamento apenas no período indicado, como tratamento precoce. Ou seja, sem evolução da doença e sintomas graves pois o medicamento se demonstrou capaz de reduzir a carga viral. “Esta conduta é baseada em estudos da Nitazoxanida em outros tipos de vírus, como os da dengue, febre amarela, chikungunya. Como ainda não existe um estudo clínico aprovado por publicações científicas, cujo período de análise pode levar meses, nós, médicos, não podemos simplesmente não dar assistência aos nossos pacientes infectados pelo vírus. Com base em outros estudos sobre a aplicação do medicamento em vírus, estamos tendo 100% de eficácia no tratamento de pacientes de alto risco, inclusive, evitando que estes cidadãos tenham seu quadro da doença evoluído para complicações, internações ou óbitos”, conclui.

Através dos resultados desta conduta médica, Dr. Edimilson afirma que é possível observar que a Nitazoxanida possui quatro mecanismos de ação, dos quais três deles promovem uma ação antiviral ampla contra o coronavírus: 1) aumento da produção de interferon, um antiviral natural que o corpo produz; 2) redução da produção de interleucinas, elementos que mediam a resposta inflamatória; 3) fato de que a molécula entra na célula e baixa sua produção de energia, o vírus se replica mal com células de baixa energia, que não são bons nascedouros de vírus; 4) o mais específico do coronavírus, a inibição de uma enzima viral responsável pela proteína estrutural nas suas espículas, ou a coroa do vírus, que se ligam a novas células de forma defeituosa.

Essa conduta médica foi iniciada em julho de 2020, no SUS da cidade de Volta Redonda. Porém outras prefeituras e médicos ao redor do Brasil estão adotando este procedimento como solução de tratamento precoce até que se tenha um estudo científico que promova a cura da COVID-19. “A cada dia que passa, tenho maior convicção da assertividade e das vidas que foram salvas na orientação precocemente dessa medicação. A Covid-19 foi a pandemia do medo, dos erros e das mortes evitáveis”, conclui Migowski.

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