Produtos que usam moléculas análogas ao GLP-1 são produzidos no Brasil pela primeira vez após quebra de patente
Novos medicamentos chegam ao mercado nacional em meio ao avanço da obesidade e do diabetes no país
Fábrica construída com R$ 48 milhões financiados pelo BNDES tem capacidade para produzir 20 milhões de unidades por ano
As primeiras canetas injetáveis produzidas no Brasil para tratamento de obesidade e diabetes tipo 2 chegaram às farmácias nesta segunda-feira, 4. Os medicamentos Olire e Lirux, do laboratório brasileiro EMS, são fabricados em uma planta industrial inaugurada no ano passado em Hortolândia (SP). Sua construção foi viabilizada com o apoio de R$ 48 milhões do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
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