A ACGcaps HD+ resiste até 120 minutos no estômago, liberando o conteúdo no intestino, tema que será aprofundado em encontro online por especialista em microbiota
Em muitos medicamentos e suplementos, a eficácia não depende apenas do princípio ativo, mas da forma como ele percorre o trato gastrointestinal. A escolha entre comprimidos, drágeas e cápsulas, por exemplo, está diretamente ligada à estratégia de liberação do conteúdo no organismo. Pensando nisso, a ACG, líder global em soluções para a indústria farmacêutica e nutracêutica, apresenta a ACGcaps HD+, cápsula entérica desenvolvida para atravessar o estômago intacta e liberar o ativo apenas no intestino.
Produzida em HPMC, uma celulose de origem vegetal, a HD+ é uma cápsula pronta para enchimento que dispensa etapas de revestimento. Diferente de outras opções, que passam por processos de coating e exposição térmica, essa tecnologia já incorpora no próprio invólucro a função de proteger o conteúdo em meio ácido. Além disso, a cápsula também é compatível com formulações sensíveis, como probióticos, enzimas, peptídeos e extratos botânicos.
Ensaios demonstram que, em ambientes que simulam o estômago (pH 1,2 a 37 °C), a ACGcaps HD+ permanece íntegra por até 120 minutos, sem sinais de amolecimento ou vazamento. Ou seja, ao contrário de cápsulas de liberação imediata, ela não foi projetada para se dissolver no estômago. Quando transferida para um meio que simula o intestino (pH 6,8), a desintegração começa em cerca de 10 minutos e se completa em até 30 minutos, garantindo uma liberação direcionada e maior proteção do ativo.
Em soluções entéricas, como a HD+, a proposta não é velocidade no estômago, mas precisão no intestino, além de maior tolerabilidade para ativos que poderiam causar irritação gástrica. A tecnologia empregada nessa cápsula ainda utiliza processo de fabricação por pino frio, o que garante precisão dimensional, resistência mecânica e facilidade de escala industrial, além de atender às principais exigências farmacêuticas globais.
Considerando alguns hábitos populares, esse comportamento reforça a razão de não ser indicado abrir o invólucro do medicamento ou retirar seu “pó” para ingestão a parte ou dissolvido, por exemplo, pois a cápsula não atua apenas como um recipiente, mas também é parte essencial da função terapêutica. Por isso, romper essa estrutura compromete totalmente o mecanismo de proteção e, consequentemente, a eficácia do tratamento.
Por ser produzida em hipromelose (HPMC), a ACGcaps HD+ também atende às demandas crescentes do mercado por soluções compatíveis com públicos veganos e vegetarianos, além de reduzir riscos associados a alergênicos de origem animal, como a gelatina. Na prática, a escolha por uma cápsula vegetal amplia as possibilidades de formulação, facilita a rotulagem para nichos específicos de consumidores e agrega valor regulatório e mercadológico ao produto final.
A ciência por trás dessa inovação será aprofundada no webinar “Ciência aplicada à liberação intestinal”, promovido pela ACG, no dia 25 de fevereiro de 2026, que contará com o Dr. Bruno Zylbergeld, microbiologista especialista em microbiota intestinal, e Manuella Lopes, Gerente de Novos Negócios da ACG, que apresentará as aplicações práticas da ACGcaps HD+ em projetos farmacêuticos e nutracêuticos.
Informações
Webinar: Ciência aplicada à liberação intestinal de ativos
Evento online e gratuito
Inscrições e informações pelo site.
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