segunda-feira , 27 junho 2022
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ABIMED modera debate sobre novas tecnologias e transformações na Saúde

Como utilizar as novas tecnologias da informação em favor de um sistema voltado à promoção e prevenção da saúde? Como elas podem contribuir para reduzir custos e melhorar o acesso da população? O que é necessário para agilizar sua adoção pela saúde pública e suplementar, em benefício do paciente? Como garantir a integração de dados que hoje se encontram dispersos?

Esses foram alguns dos tópicos debatidos no painel “Novas funcionalidades e aplicações da tecnologia da informação para o cuidado do paciente”, moderado por Carlos Goulart, presidente executivo da ABIMED (Associação Brasileira da Indústria de Alta Tecnologia de Produtos para Saúde). Realizada durante o 5º CONAHP – Congresso Nacional de Hospitais Privados, a mesa contou com a participação de Jacson Fressato, fundador e CPO da Laura Networks; Ruy Baumer, CEO da Baumer e de Raphael Saueia Bueno, da Everis.

“O paciente é o foco de todas as novas tecnologias desenvolvidas na área da saúde, seja por grandes empresas ou startups. Elas promoverão um novo tipo de assistência e é importante que o paciente se conscientize sobre essas mudanças, porque terá participação cada vez maior na gestão da própria saúde”, afirmou Goulart.

Os debatedores avaliaram que a novas tecnologias trarão enormes transformações, criando oportunidades para o intercâmbio de melhores práticas entre profissionais, aumento de rentabilidade, redução de tempo de diagnóstico e possibilidade de tratamentos remotos. Por outro lado, trará também desafios significativos, como a gestão da enorme quantidade de dados por elas gerados, a integração das várias tecnologias, a segurança, o enfrentamento do corporativismo e a educação dos usuários.

Também foi destacado que a tecnologia pode ampliar o acesso da população a essas inovações e que a inteligência artificial vem para agregar e não para substituir as atividades dos profissionais de saúde.

Neste ambiente de transformação digital, outro ponto assinalado foi a contribuição que novas tecnologias devem dar para que o atual sistema de saúde, baseado na cura de doenças, migre para um modelo mais voltado à prevenção e promoção da saúde.

“É o que deve ocorrer com a ampliação do uso de Big Data/Analytics, Inteligência Artificial e Internet das Coisas. Essas tecnologias e aplicações tendem a modificar o papel desempenhado pelos hospitais, além de possibilitar que gestores da saúde tenham mais informações na elaboração e implementação de políticas públicas”, ressaltou Goulart.

 

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