quarta-feira , 29 junho 2022
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Na pandemia, empresa do segmento de cadeia fria cresce 27% e aumenta número de colaboradores
O presidente do Grupo Polar, Paulo Vitor de Andrade. Divulgação

Na pandemia, empresa do segmento de cadeia fria cresce 27% e aumenta número de colaboradores

De acordo com os dados divulgados pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD), cerca de 600 mil empresas fecharam as portas no intervalo de dois anos. No segundo trimestre de 2019, o país tinha 4,369 milhões de empresas – a maior marca para o intervalo de abril a junho na série histórica, com dados a partir de 2012.

Devido à pandemia, o número passou a cair em 2020 e atingiu 3,788 milhões no segundo trimestre de 2021. O resultado mais recente, se comparado a igual período de 2019, corresponde a uma baixa de 13,3% – ou 581,3 mil empregadores a menos em dois anos. Segundo a pesquisa, entre o segundo trimestre de 2019 e o mesmo período de 2021, o número de empregados no setor privado caiu 10,1%, de 44,7 milhões para 40,2 milhões, uma redução de 4,5 milhões de vagas.

Enquanto algumas empresas foram drasticamente afetadas economicamente durante a pandemia da covid-19, o Grupo Polar, com sede em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, conseguiu aumentar sua participação no mercado e transmitir segurança aos seus colaboradores, mantendo não só os empregos como também realizando novas contratações.

Pioneiro no setor de cadeia fria no Brasil e especializado no desenvolvimento de soluções específicas que garantem a integridade térmica de vacinas, produtos farmacêuticos,  alimentos e insumos hospitalares, o Grupo Polar fechou o último biênio (2020 e 2021) com crescimento de 27% em seu faturamento, chegando à casa dos R$ 113,9 milhões.

Para alcançar esse resultado, o Grupo Polar, que está completando 21 anos, investiu em novas tecnologias e na área de socioecoeficiência, recebendo inclusive o selo eureciclo (maior certificadora de logística reversa de embalagens do Brasil), além de incentivar a capacitação de seus colaboradores.

“Nos últimos dois anos, a Polar aumentou seu quadro de efetivos em 10% e, para garantir um crescimento sustentado e equilibrado, contratamos consultorias especializadas para elaborarmos nosso planejamento estratégico para os próximos cinco anos”, explica o presidente do Grupo Polar, Paulo Vitor de Andrade.

“A empresa também realiza um trabalho diferenciado de endomarketing, como forma de reforçar a relação humanizada com seu público interno e o senso de pertencimento de cada um”, ressalta a coordenadora de Recursos Humanos, Ariana Lira.

Trajetória de sucesso

O  principal objetivo do Grupo Polar é disseminar conhecimento no intuito de melhorar a logística e os processos em todos os elos da  cadeia fria nacional e internacional, por meio de soluções térmicas e de armazenamento para os produtos sensíveis à temperatura.

“Durante o processo de elaboração de um medicamento, é necessário estabelecer a temperatura de armazenamento e conservação para que suas características sejam mantidas com qualidade e os efeitos terapêuticos, atingidos com eficácia. O transporte, sem dúvida, é o maior desafio de toda a vida dessa categoria de produto, pois as variáveis que compõem a logística da carga – como a temperatura ambiente e a tropicalidade de um país com dimensões como o Brasil – traduzem ainda mais os esforços que devem ser aplicados ao processo”, detalha a diretora Liana Montemor.

Ciente das necessidades e gargalos desse segmento, o Grupo Polar desenvolve estudos e investe continuamente em pesquisa e desenvolvimento (P&D) para fornecer soluções inteligentes e personalizadas que atendam às necessidades da indústria farmacêutica, logística e laboratorial, a fim de garantir a integridade do produto e a segurança de toda a cadeia fria.

“Todo medicamento é sensível à temperatura. O que muda é que alguns são mais sensíveis que outros, a exemplo da vacina contra a covid-19, que deve ser mantida a -70 °C. Aquele simples analgésico que deixamos no carro pode estar comprometido em função do aumento da temperatura, que pode chegar a 70 °C. Com isso, a responsabilidade de garantir que os produtos vão agir como devem em nosso organismo é de todos”, afirma Liana Montemor.
O Grupo Polar também possui um centro de pesquisa para acompanhar e promover o desenvolvimento da cadeia fria. Para isso, a empresa investe sempre em inovação, no intuito de entregar soluções térmicas personalizadas que atendam às necessidades e demandas da indústria farmacêutica, diagnóstica e logística, em benefício dos pacientes.

“O mercado, as exigências regulatórias e as necessidades logísticas das indústrias farmacêuticas no Brasil mudaram na última década e o centro de pesquisa e desenvolvimento tem como finalidade entender e atender à real demanda e requisitos globais aplicados ao Brasil, fornecendo soluções personalizadas que permitam a atuação precisa de cada cliente na realidade, não somente para cadeia fria, mas para produtos que requerem tempo e temperatura controlados”, finaliza Paulo Vitor de Andrade.

O Grupo Polar também integra verticalmente todas as atividades desenvolvidas pelas empresas Polar Técnica, Cibragel e Valida e a loja virtual Polar Store.

https://grupopolar.com.br.

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