sábado , 20 outubro 2018
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Aché lança Pedra Fundamental de fábrica em Pernambuco

O Aché laboratórios, empresa 100% brasileira, com mais de 50 anos de atuação no mercado farmacêutico, realizou nesta segunda-feira a cerimônia de lançamento da pedra fundamental de sua nova fábrica, localizada no Complexo Industrial e Portuário de Suape, em Cabo de Santo Agostinho (PE).

A nova planta será instalada em um terreno de 250 mil metros quadrados e receberá um investimento de R$ 500 milhões. O projeto, que contempla uma fábrica para produção de medicamentos sólidos e um centro de distribuição, será entregue em duas fases. A primeira delas será uma área dedicada para embalagem de produtos sólidos e o centro de distribuição, os quais serão inaugurados no primeiro semestre de 2019. Já a segunda fase, que abrange também a fabricação dos medicamentos, está prevista para 2021.

“Já realizamos a terraplanagem do terreno e a licitação da construtora que será responsável pelas obras da fábrica. Estamos, nesse momento, em processo de estaqueamento. Inicialmente, os produtos serão trazidos de Guarulhos (SP) em granel (comprimidos e capsulas) para o complexo fabril de Pernambucano, onde serão embalados e distribuídos para as regiões Norte e Nordeste. Após a finalização do projeto, em 2021, os medicamentos sólidos também serão fabricados em Suape”, explica Márcio Freitas, diretor Industrial do Aché.

A planta de Pernambuco terá capacidade para produzir cerca de 700 milhões de unidades de medicamentos por ano. E as novas instalações também estão em sinergia com os projetos de internacionalização da companhia. “Além da certificação da ANVISA, buscaremos as certificações para os mercados mundiais como a Agência Europeia de Medicamentos (EMA) e o Food and Drug Administration (FDA), dos Estados Unidos”, comenta Freitas

“O porto de Suape é peça chave na ampliação das exportações do Aché, que hoje já são realizadas para mais de 20 países na América do Norte, América Latina e África”, conta Adriano Alvim, diretor executivo de operações do Aché. Outro importante diferencial está na alta tecnologia e na modernidade do empreendimento, que já nasce totalmente sustentável, dentro do conceito de manufatura de classe mundial. Ou seja, um sistema de gestão integrado que visa a redução de custos e ganhos de eficiência operacional.

Além dos 200 empregos necessários para a fase de construção do complexo industrial, mais 500 oportunidades de trabalho diretas e 2500 indiretas devem movimentar Suape quando a fábrica começar a operar totalmente. “A expectativa é contratar cerca de 200 pessoas quando a primeira fase for entregue, em 2019, e completar o quadro de pessoal em 2021, com a finalização da segunda fase”, finaliza Alvim

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