domingo , 24 outubro 2021
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Roche implementa ar-condicionado 100% natural

No momento em que completa 90 anos no País, a Roche – empresa global de produtos farmacêuticos e de diagnóstico – desempenha protagonismo no Brasil ao implantar sistema de ar condicionado totalmente limpo na nova sede administrativa, em São Paulo, e a atender em ambiente corporativo à Emenda de Kigali, que estabeleceu aos seus signatários um cronograma de redução de gases de efeito estufa.

O novo escritório, localizado na zona sul da capital paulista, terá o sistema de climatização atendido por um equipamento que utiliza o propano, um gás 100% natural. Ele passará por um rigoroso controle a fim de garantir uma operação segura e em linha com a transformação organizacional da companhia no Brasil. Já em uso com êxito nas unidades fabris, a moderna solução atende aos padrões globais de sustentabilidade do Grupo Roche e seu compromisso com os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), validados pela Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) em 2015. Destaque para o ODS 3, que visa garantir a saúde e o bem-estar de todos – tema que compõe a Agenda 2030, ao lado da erradicação da pobreza, acesso ao saneamento, à educação e à água e integridade nos negócios.

“Ser a primeira empresa brasileira a usar ar condicionado totalmente limpo em prédio administrativo mostra que estamos comprometidos com o uso responsável dos recursos naturais e investimos para reduzir os impactos ambientais de nossas operações”, afirma Rogério Nakamura, Gerente de Serviços, Segurança, Saúde e Meio Ambiente da Roche Farmacêutica.

Sobre o Protocolo de Kigali

Aprovada em 2016, a Emenda de Kigali ao Protocolo de Montreal foi assinada por diversos países, como Japão, Coreia do Sul, Canadá, Reino Unido, Chile, Uruguai, entre outros, que se comprometeram a estabelecer um cronograma de redução gradual de hidrofluorcarbonetos (HFCs), poderosos agentes de efeito estufa usados como fluidos em refrigeradores e condicionadores de ar e que contribuem para o aquecimento global.

O Brasil está no Grupo 1, que congrega a maior parte dos países em desenvolvimento e segue o cronograma que determina o congelamento do consumo de HFC em 2024. Para acompanhar a agenda, a Emenda de Kigali incentiva a introdução de tecnologias mais avançadas e eficientes no mercado brasileiro de equipamentos de refrigeração e ar condicionado, acompanhando as inovações já presentes em outros mercados, como os americanos, europeus, chineses e indianos. O risco de não ratificação da Emenda é a indústria nacional se tornar progressivamente obsoleta, perdendo condições de competitividade no cenário internacional.

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