quinta-feira , 26 maio 2022
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Janssen conclui entrega de vacinas contra a COVID-19 ao Brasil

Uma nova remessa com 6 milhões de doses foi entregue para auxiliar na imunização dos brasileiros contra a doença

Com a entrega de 6 milhões de doses de sua vacina contra a COVID-19 no dia 30 de dezembro de 2021, a Janssen, farmacêutica da Johnson & Johnson, completou o fornecimento de 38 milhões de doses, previsto no acordo firmado com o Ministério da Saúde em 2021. A utilização do imunizante será feita de acordo com o Plano Nacional de Operacionalização da Vacinação contra a COVID-19, dentro do Programa Nacional de Imunização (PNI).

O Brasil recebeu outras 3 milhões de doses, em junho, doadas pelo governo dos Estados Unidos, oriundo de um acordo bilateral estabelecido entre os governos dos dois países que não fazem parte da compra firmada com o Ministério da Saúde.

A vacina da Janssen foi autorizada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para uso emergencial no Brasil em março de 2021 para imunização ativa na prevenção da COVID-19 causada por SARS-CoV-2 em indivíduos a partir de 18 anos de idade, apoiada pelos dados de eficácia e segurança do ensaio clínico de Fase 3, realizado com 43.783 participantes em oito países, incluindo o Brasil.

Os dados da análise final do estudo de Fase 3, ENSEMBLE, demonstraram eficácia geral de 75% da vacina de dose única da Janssen contra a COVID-19 grave/crítica, em todas as faixas etárias e em todos os países incluídos no estudo. Para aumentar a proteção, especialmente para a COVID-19 sintomática, uma dose de reforço pode ser administrada a partir de dois meses após o esquema de vacinação primário. Outro estudo de Fase 3, ENSEMBLE 2, demonstrou que a eficácia da vacina da Janssen contra a COVID-19 moderada a grave/crítica foi de 75% e de 100% para casos graves/críticos, quando avaliada pelo menos 14 dias depois da dose de reforço.

Em dezembro, a Janssen realizou o pedido formal junto à Anvisa para o registro definitivo de sua vacina contra a COVID-19 no Brasil para imunização primária ou como dose de reforço. Em novembro, a companhia já havia submetido um pedido para ampliação da Autorização de Uso Emergencial de sua vacina contra a COVID-19 como dose de reforço. O dossiê, em avaliação pela agência, contém dados sobre a dose de reforço homóloga em adultos a partir de 18 anos no mínimo dois meses após a vacinação primária com a vacina de dose única da companhia ou como dose de reforço heteróloga após a conclusão da vacinação primária com vacinas mRNA.

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