segunda-feira , 18 março 2019
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Sistemas computadorizados

Ministério vai centralizar armazenamento e distribuição de medicamentos do SUS

Uma única empresa será responsável pela retirada, transporte e armazenagem dos produtos; medida irá gerar economia de 20%.

Uma única empresa vai realizar a logística, o armazenamento e a distribuição de medicamentos e outros produtos do Sistema Único de Saúde (SUS). Além de acabar com 15 contratos que atualmente prestam o serviço de forma descentralizada, a mudança deve aumentar em 20% o espaço para conservar os insumos, aprimorar o controle de prazos de validade e entregas, além de reduzir os custos em 20%.

A empresa vencedora da licitação será responsável pela retirada do produto, nos portos ou aeroportos, pelo transporte, pela armazenagem até a entrega.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a mudança permitirá coordenar melhor os gastos. “Com o excesso de contratos, e todos descentralizados, é uma tarefa complexa coordenar de forma efetiva a qualidade dos serviços. A centralização diminuirá os riscos de perdas de medicamentos e insumos na armazenagem, garantirá mais agilidade na distribuição, reduzirá o tempo para o transporte e vai melhorar a infraestrutura. Com certeza, daremos maior agilidade na entrega”, diz.

Estoque

Atualmente, são oito armazéns (câmaras frias, armazém de insumos e de praguicida), quatro deles no Distrito Federal e quatro no Rio de Janeiro. Cada um deles ainda mantém outros contratos de aluguel, mão de obra e manutenção.

Após as mudanças, os estoques estarão concentrados em São Paulo. Como dois dos maiores aeroportos do País estão em São Paulo, isso irá contribuir para reduzir o custo com transporte. Além disso, 64% da demanda por medicamentos e insumos de saúde estão no Sudeste, e São Paulo é o estado que apresenta as melhores propostas de empresas especializadas com menor custo.

Monitoramento on-line

Por meio da Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica, lançada em outubro deste ano, será possível melhorar o planejamento da compra, do controle da data de validade e a realização de remanejamentos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o sistema permitirá economia de cerca de R$ 1,5 bilhão por ano, quando for aplicada em todo o País. As informações sobre distribuição, estoque e acesso aos medicamentos do SUS são monitoradas de forma on-line pelo Ministério da Saúde.

A iniciativa já foi testada em quatro estados: Distrito Federal, Alagoas, Tocantins e Rio Grande do Norte. Nesses locais, foi possível evitar o desperdício de até 30% dos medicamentos entregues.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde 

Indústrias farmacêuticas se empenham por adequação à lei da rastreabilidade de medicamentos

As indústrias farmacêuticas estão empenhadas na adequação àquela que pode ser um dos principais pilares da chamada quarta revolução industrial: a lei da rastreabilidade de medicamentos. Tema em alta no mercado de Ciências da Vida do Brasil, é de suma importância tanto para a cadeia produtiva quanto para o consumidor, já que a serialização e rastreabilidade possibilitará ao consumidor a garantia de origem dos produtos e deve contribuir para inibir a venda de produtos roubados ou falsificados. Leia Mais »

Fiocruz lança aplicativo que estimula desenvolvimento sustentável

A Fundação Oswaldo Cruz lançou no dia 8 de novembro a plataforma Ágora – uma das iniciativas da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento da inteligência cooperativa em prol do alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), além de ser uma contribuição da Fundação para a iniciativa global.

A Plataforma Ágora faz parte das estratégias da instituição para a Agenda 2030. Trata-se de um espaço virtual que oferece acesso a uma rede que promove a interação entre diferentes atores em torno de temas relacionados à saúde e a inovações para os ODS. E mais: o site traz, ainda, um espaço para notícias e eventos e o convite para um desafio de curadoria de iniciativas para um mundo sustentável. O desafio Ágora 2030 é um aplicativo mobile (APP) cujo escopo principal é operacionalizar os desafios de curadoria de soluções para os ODS.  Para isso, serão realizados eventos virtuais temáticos, onde um universo delimitado de soluções será objeto de curadoria social.

A proposta do aplicativo consiste na metodologia de gamificação, que promove a curadoria social e a qualificação das soluções, além de informar os participantes nos temas concernentes à Agenda 2030, especialmente sobre o ODS 3: saúde e bem-estar.

O aplicativo Ágora 2030 tem como pano de fundo o cenário do emblemático Castelo da Fiocruz. O jogo se desenvolve em um povoado chamado Ágora e que, no decorrer das fases, é reconstruído colocando-se em prática as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

No desafio Ágora 2030, o participante se transforma em curador de inovações para um mundo sustentável, reconstrói o povoado Ágora e ajuda a melhorar o planeta. Assim, ao estimular a interação com soluções para os ODS da Agenda 2030, realizadas no Brasil e no mundo, o aplicativo irá promover não apenas a divulgação de tais soluções – estimulando sua reprodução/adaptação para outras realidades – como também a curadoria das soluções, qualificando o banco de dados e aumentando a capacidade de gestão do conhecimento.

We App Heroes

A Fiocruz lançou também o We App Heroes, um aplicativo móvel que tem como objetivo inspirar as pessoas comuns a agir sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável através das ações de usuários nas proximidades. Ao reunir pessoas dispostas a oferecer ajuda voluntária, o We App Heroes cria a base para uma economia colaborativa que reduz os custos ambientais, sociais e econômicos dos atos cotidianos, ao mesmo tempo em que aumenta a conscientização sobre como essas ações estão ligadas aos Objetivos Globais da Agenda 2030.

O aplicativo, criado em parceria entre a Sunscious Ltda e o Centro RIO+ do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (ONU), propõe o altruísmo a partir da resolução de demandas e problemas reais. Por meio de tecnologia georeferencial, a plataforma possibilita a interação de usuários tanto para proposição de atividades, quanto para participação. Caso seja usado para hortas comunitárias, ações de viagem, tutoria, doações ou limpeza de praia, o aplicativo cria a base para uma nova economia de compartilhamento.

Indústria 4.0, ‘Digitização’, Internet das Coisas e a 4ª Revolução Industrial

Por Jair Calixto* Leia Mais »

Aplicativo chega para revolucionar o atendimento farmacêutico

Há pelo menos três anos a prática da consulta farmacêutica foi homologada por força da Lei 13.021 e de duas portarias do Conselho Federal de Farmácia. Desde então, as farmácias estão se adaptando e, aos poucos, destinando um espaço exclusivo para os consultórios farmacêuticos, onde as consultas podem ser realizadas. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, dados preliminares do Censo Demográfico Farmacêutico feito pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), indicam que já existem 1.453 consultórios farmacêuticos em todo o país. Mas não são apenas as farmácias ou redes que estão investindo nas consultas farmacêuticas.

Farmacêutico-bioquímico com doutorado em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Dr. Niraldo Paulino tem mais de 20 anos de experiência no ramo. Com todo o conhecimento adquirido, tanto na teoria, quanto na prática, ele teve a ideia, em 2016, de criar uma plataforma de atendimento farmacêutico focada na prevenção e no cuidado com a saúde das pessoas. Assim nasceu o aplicativo e-Santé.

O aplicativo é o único no mercado a oferecer atendimento farmacêutico domiciliar. Ele funciona de forma parecida com os aplicativos de transporte, só que em vez de conectar motoristas e pessoas que precisam se locomover, ele serve como um elo entre o farmacêutico e o paciente. “Desta forma, a pessoa pode contratar uma consulta farmacêutica, agendar com o profissional, recebê-lo em casa e ter toda a atenção e cuidado que necessita, sem precisar ir até a farmácia. Mais comodidade, exclusividade e segurança, além de facilitar o acesso de idosos ou de pessoas com mobilidade reduzida a um atendimento de saúde com qualidade”, explica Niraldo Paulino, diretor da Medical Lex, empresa proprietária do aplicativo.

Segundo o Conselho Federal de Farmácia, em 2015 existiam mais de 195 mil farmacêuticos cadastrados nos conselhos regionais. “Se todos eles aderirem ao atendimento pelo aplicativo, uma grande rede de atenção à saúde será criada no país, o que vai melhorar a qualidade de vida da população como um todo”, afirma Paulino.

Como o app muda a vida do farmacêutico?

Atualmente, o farmacêutico só consegue atender à população durante seu horário de trabalho, na farmácia. Com isso, ele recebe seu salário conforme a quantidade de horas trabalhadas, que pode chegar, no máximo, a oito horas diárias. Atualmente, o piso salarial do profissional farmacêutico de Farmácia/Drogaria no estado de São Paulo, para a carga horária de 44 horas semanais, é de R$2.945,00, de acordo com o site do Conselho Regional de Farmácia.

Levando isso em consideração, o profissional que atuar pelo aplicativo, de forma independente, e estipular um valor médio de R$50,00 pelo serviço de consulta farmacêutica, irá receber R$8.800,00 ao fim do mês, caso trabalhe as mesmas 44 horas semanais, e realize um atendimento por hora.  Isso significa um aumento de quase 300% na renda mensal do profissional.

“Para efeito de comparação, caso o farmacêutico realize apenas três atendimentos por dia, de segunda a sexta-feira, cobrando R$50,00 por consulta, ele receberá R$3.000,00 no fim do mês, superando o piso salarial do farmacêutico em São Paulo”, destaca o idealizador do aplicativo.

De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, os profissionais poderão realizar os seguintes atendimentos nas consultas farmacêuticas:

  • Orientar os pacientes sobre como usar os medicamentos prescritos pelo profissional de saúde consultado;
  • Avaliar os medicamentos que o paciente usa, seja em relação a dosagem, horário de consumo e até possíveis interações;
  • Comunicar-se com outros profissionais de saúde que já atendem o paciente para emitir um parecer farmacêutico e discutir tratamentos de forma integrada;
  • Encaminhar pacientes a outros profissionais de saúde;
  • Conversar com o paciente sobre sintomas e evolução da doença;
  • Solicitar exames laboratoriais para acompanhamento clinico e realizar medidas como as de temperatura e pressão, caso necessário;
  • Registrar as ações em um prontuário do paciente;
  • Prescrever medicamentos que sejam isentos de prescrição médica.

O aplicativo e-Santé já está disponível para download nas lojas de aplicativos para smartphones Android e IOS. A versão dos pacientes é chamada apenas de e-Santé, já a versão dos farmacêuticos é e-Santé Profissional. Para mais informações, acesse o site do aplicativo: www.e-sante.com.br.

Nova plataforma IoT (Internet das coisas) é ideal para monitoramento industrial

O Neosensor é uma plataforma de internet industrial capaz de coletar, armazenar e processar dados em tempo real. Através da interface (Hardware/Software) e processamento de dados, podemos identificar padrões e apontar anomalias em sistemas e processos, garantindo assim rápida resposta e efetividade no monitoramento de sistemas produtivos.

A plataforma utiliza Big Data e Inteligência artificial aplicada a indústria transformando dados em informação e ganho de produtividade.

Veja mais em:

 

 

Aché permite ao consumidor rastrear seus produtos

Seguindo sua missão de levar mais vida às pessoas onde quer que elas estejam, o Aché lança em outubro o aplicativo Aché – Meus Medicamentos, uma forma simples, rápida e segura de consultar informações sobre os medicamentos e produtos da empresa. O aplicativo já está disponível para download gratuito na Play Store e Apple Store para as plataformas Android e iOS.

Com o produto em mãos, basta o consumidor escanear o código de barras ou o QRCode na embalagem para consultar local e setor de fabricação do produto e as etapas da produção, desde a pesagem dos ingredientes até a embalagem secundária e envio para distribuição, comprovando, assim, sua origem, que garante a qualidade do Aché.

A plataforma traz também a bula digital e disponibiliza ainda conteúdos informativos que auxiliam no tratamento, como um vídeo sobre a intercambialidade de medicamentos, que explica, com base na legislação vigente, quais medicamentos podem ser trocados na hora da compra, sem colocar em risco o sucesso do tratamento.

Lei da rastreabilidade

A iniciativa faz parte do programa de rastreabilidade do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), instituído pela lei nº 11.903 e que começa a valer para toda a cadeia farmacêutica a partir de 2021. Aprovada em janeiro de 2017, , a lei da rastreabilidade de medicamentos no Brasil é um tema de alta relevância tanto para a cadeia produtiva quanto para o consumidor, pois a serialização e a rastreabilidade possibilitarão ao consumidor a garantia de origem dos produtos e deve contribuir para inibir a venda de produtos roubados ou falsificados.

O mercado farmacêutico mundial movimenta mais de um trilhão de dólares por ano e o setor sofre com alto grau de falsificações. Segundo a WHO (World Health Organization) e Center for Medicine in the Public Interest, os medicamentos falsificados representam até 10% do total no mundo. “Por meio do aplicativo, os consumidores poderão consultar as informações do Aché e dos produtos. Assim, oferecemos informações adicionais relacionadas à saúde e ao bem-estar além de dar ao consumidor a garantia de origem do produto fortalecendo nossas marcas”, diz Paulo Nigro, presidente do Aché.

Para atender à nova legislação, já foram investidos pela farmacêutica cerca de 23 milhões de reais em equipamentos para rastreabilidade e desenvolvimento dos sistemas de validação e banco de dados. Até o fim de 2021, o investimento total deve ultrapassar os 46 milhões de reais.

OPTEL fabrica máquinas de serialização em Campinas para abastecer mercados norte-americano e europeu

Unidade recém-inaugurada da companhia no interior paulista é voltada para tecnologias de serialização de medicamentos. Anvisa também exigirá dados seriais a partir deste segundo semestre. Leia Mais »

Hospital Santa Cruz investe em TI para modernização do Data Center e Sistema de Gestão

O Hospital Santa Cruz (HSC), em São Paulo (SP), acaba de investir em uma nova infraestrutura de Tecnologia da Informação (TI) com o objetivo de proporcionar mais qualidade e agilidade no atendimento por meio da modernização do Data Center e do Sistema de Gestão Hospitalar. Leia Mais »

Aché é selecionado para participar dos testes de rastreabilidade de medicamentos com a Anvisa

Farmacêutica está entre as cinco empresas que farão o piloto do projeto, que deve contribuir para inibir a venda de produtos falsificados e roubados no País.

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