quarta-feira , 20 março 2019
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Tendências de tecnologia para empresas em 2019

Para entender melhor o impacto de novas tecnologias no mercado e na experiência dos consumidores, Shailesh Kumar Davey, Vice-Presidente da ManageEngine, explica os efeitos das principais tendências de tecnologia para 2019.

Com avanços em IA, machine learning e automação, a tecnologia traz inovações cada vez mais transformadoras aos negócios como os conhecemos. Para entender melhor o impacto dessas novas aplicações no mercado e na experiência dos consumidores, Shailesh Kumar Davey, Vice-Presidente da ManageEngine, explica os efeitos das principais tendências de tecnologia para 2019.
A automação digital de processos vai acelerarA adoção de tecnologias de automação de processos pelas empresas continuará com
o mesmo vigor, já que essas tecnologias devem deixar as empresas mais ágeis,
centradas em dados e rápidas no momento de tomar decisões globais. Mais
importante, a automação de processos também ajudará empresas a irem além dos
simples ganhos operacionais e de eficiência, alcançados com automação básica, e
atingirem novas oportunidades de faturamento.

Por exemplo, um banco investindo em uma fintech pode usar a automação de
processos digitais para melhorar a visibilidade em tempo real de dados dos clientes e
transformar essa visualização aperfeiçoada em uma análise de riscos dos
consumidores em tempo real. Para esclarecer ainda mais, um banco pode oferecer aos
clientes ferramentas digitais relacionadas a contabilidade, recebíveis, dívidas e todas
as outras funções de back office. Já os consumidores podem dar ao banco permissão
para usar dados específicos para ter boa visibilidade na velocidade dos negócios. Isso
possibilita que o banco ofereça serviços financeiros mais rapidamente e com custo
mais baixo para o consumidor, não apenas pela automação mas também pela melhor
visibilidade de riscos.

Processamento de OCR/NLP/voz/vídeo/imagem contribuirá para ganhos de
produtividade

O principal inimigo da automação de processos é qualquer formulário online que
clientes, funcionários ou parceiros precisam preencher quando a empresa quer
capturar os dados. Todos detestam telas com formulários.

As tecnologias de machine learning e IA estão maduras o suficiente para processar
voz, vídeo, texto e imagens de maneira confiável. Usando essas tecnologias
consolidadas, as atividades corriqueiras de fazer um telefonema, gravar um vídeo ou
tirar uma foto podem ser usadas para preencher automaticamente formulários cheios
de dados. Consequentemente, ambos os objetivos serão atingidos – coletar dados
adequados e preencher menos formulários – e essas tecnologias continuarão a avançar
dentro das organizações.

Preocupações com privacidade estarão no centro das atenções

Com o GDPR se tornando uma realidade, e diversos outros países seguindo leis de
privacidade similares, o uso de dados será monitorado de perto. Os dados serão
tagueados de forma que a origem se tornará conhecida ao longo do uso. Ferramentas
relacionadas ao tagueamento de dados e gestão de Master Data se tornarão cruciais.
Preocupações com privacidade e ramificações legais relacionadas poderão tornar mais
lenta a tomada de decisões das empresas. Como resposta, a nova geração de
ferramentas de mensagens e conferências de áudio/vídeo serão usadas para empresas
atingirem os objetivos de compliance de privacidade e tomada de decisões rápidas.

Aumentará a diversidade da localidade de dados

Muitos países exigem que os dados estejam dentro de limites geográficos. Empresas
usando SaaS ou PaaS vão acabar buscando nuvens públicas específicas do país ou até
nuvens privadas. Como resultado, dados críticos e aplicações que precisam ser
supervisionadas se espalharão geograficamente. Ferramentas e tecnologias de
monitoramento que ajudam a consolidar a visibilidade dessas aplicações e dados
serão mais adotadas nas empresas.

O aumento de dados por localidade também irá requerer uma identificação federada e
gestão de acesso (IAM) com abordagem de segurança Zero Trust. Uma autenticação
multifator, com sign-on único, e gestão da mobilidade corporativa também se tornarão
comuns nas empresas.

Novos tipos de hardware no data center

O volume de trabalho do data center está crescendo, e a queda da lei de Moore, que
afirma que o número de transistores em um circuito integrado dobra a cada dois anos, não está ajudando a CPU a manter o ritmo. Novos hardwares como GPU, FPGA e ASICs
se tornarão comuns em data centers. Times de TI das empresas precisarão ter
conhecimento sobre essas tecnologias e usar as aplicações e ferramentas certas para
garantir que o dinheiro está sendo gasto de maneira inteligente em novos hardwares.

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