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Arquivos Mensais: junho 2025

BNDES aprova R$220 milhões à farmacêutica Blanver para produção de medicamentos e IFAs

Serão desenvolvidos no Brasil novos genéricos para o tratamento de diferentes tipos de câncer e diabetes, e melhorias em medicamentos para pacientes do vírus HIV

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Transformação na indústria farmacêutica: como o desenvolvimento de soluções para acondicionamento de medicamentos tem evoluído

Felizmente, a saúde se torna a cada dia uma das principais preocupações entre os brasileiros. Por conta disso, a indústria farmacêutica tem ganhado força, sendo impulsionada, principalmente, pelos avanços tecnológicos, mudanças regulatórias, novas demandas do mercado e a busca por inovação e agilidade no desenvolvimento de medicamentos.

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4 passos essenciais para proteger ambientes OT na indústria farmacêutica e de biotecnologia

Ataques cibernéticos em ambientes de OT podem comprometer a produção de medicamentos, a conformidade regulatória e a segurança dos pacientes — Claroty compartilha iniciativas para proteger operações críticas e ampliar a visibilidade dos ativos conectados à rede.

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Entenda o que é a sinusite com pólipos nasais e como ela pode afetar respiração, sono e olfato

Doença afeta muitos brasileiros e está associada à obstrução nasal, cirurgias repetidas e queda na qualidade de vida,1,3,4

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Compromisso ambiental da ACG sinaliza novo padrão de sustentabilidade para o setor de saúde e farma

Fabricante mira corte de 90% nas emissões diretas e aposta em tecnologia para transformar seu modelo de produção

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Brasil integra o Tratado de Budapeste e patentes biotecnológicas terão menos burocracia e mais segurança jurídica

No último dia 11 de junho, o Senado Federal deu sinal verde ao ingresso do Brasil no Tratado de Budapeste, que trata do reconhecimento internacional do depósito de micro-organismos como parte do processo de obtenção de patentes. O Projeto de Decreto Legislativo (PDL 466/2022) segue agora para promulgação.

Firmado em 1977 e administrado pela Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), o Tratado já conta com mais de 80 países signatários. Sua adesão representa um avanço estratégico para o Brasil no campo da biotecnologia, com impactos relevantes para inventores, empresas inovadoras e instituições científicas.

O que muda com a adesão ao tratado é significativo: o Brasil poderá indicar instituições nacionais como Autoridades Depositárias Internacionais (IDAs), como o Centro de Recursos Genéticos e Biotecnologia (Cenargen), da Embrapa, eliminando a necessidade de envio de material biológico ao exterior; terá redução de custos e de barreiras técnicas para depositantes brasileiros, que hoje dependem de centros no México e no Chile; oferecerá mais segurança jurídica nos pedidos de patente que envolvam microrganismos, especialmente no quesito da suficiência descritiva; e reforça o fortalecimento do sistema nacional de PI e inserção de pesquisadores brasileiros nas cadeias globais de inovação.

Para ser reconhecida como IDA, uma instituição precisa atender a critérios específicos, como possuir infraestrutura técnica adequada, garantir níveis adequados de segurança e confidencialidade, além de ter capacidade para emissão de recibos e manutenção de amostras. A adesão ao tratado também estimula um ambiente regulatório favorável à inovação e à bioeconomia.

“Do ponto de vista da Propriedade Intelectual, o Tratado de Budapeste preenche uma lacuna histórica para o Brasil e pode acelerar o desenvolvimento de tecnologias baseadas em organismos vivos. Sob a ótica de Relações Governamentais, trata-se de um movimento consistente com a estratégia do país de reposicionamento global no campo da inovação científica e tecnológica, e não deve sofrer questionamentos no Plenário do Senado”, analisa os especialistas do escritório Di Blasi, Parente & Associados.

Di Blasi, Parente & Associados www.diblasiparente.com.br

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Por Dr. Deivis O. Guimarães*

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