sábado , 21 julho 2018
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Sistemas computadorizados

EMS e Bosch firmam parceria estratégica para implementar a primeira Indústria 4.0 no setor farmacêutico na América Latina

Máquinas conectadas elevarão a produção e trarão ainda mais eficiência aos processos da EMS. Leia Mais »

Indústria 4.0 deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década

A digitalização do processo produtivo industrial deve atingir 21,8% das empresas brasileiras em uma década, mostra pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Atualmente, o percentual é de 1,6%. Leia Mais »

Tecnologia de radiofrequência ajuda empresas de diversos setores a controlarem gastos e desperdícios

Pelo menos 17,2 milhões de bagagens são extraviadas por ano em todo o mundo durante viagens de avião, segundo a IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo). Apesar de o número representar apenas 0,43% do total de malas despachadas, esse é um problema que atinge milhões de pessoas. Entretanto, uma tecnologia já utilizada em diversos outros setores e que começa a ser implementada por companhias aéreas, pode diminuir este tipo de aborrecimento: o localizador por radiofrequência, chamado de RFID.

O sistema possui 2 componentes: um chip, para armazenamento de dados, e uma antena para transmissão dos mesmos que podem ser inseridos em uma etiqueta que, por sua vez, é colocada no produto a ser monitorado. Quando acionadas pelo leitor, as informações contidas no chip são visualizadas. Esse sistema permite localizar e identificar à distância os produtos etiquetados com rapidez e grande diversidade de dados. Atualmente, o maior fornecedor de RFID de ultra-alta frequência (UHF) no mundo é a americana Avery Dennison, líder em materiais autoadesivos para rótulos e embalagens.

 

 

Apesar de novo no transporte aéreo, o RFID já é utilizado por uma ampla gama de setores como varejo de vestuário, alimentos, entre outros. Muitas companhias agregaram a tecnologia de radiofrequência para gerenciamento de estoques e controle de perdas com intuito de alcançar mais agilidade, precisão e previsibilidade em toda a cadeia.

Na indústria farmacêutica, por exemplo, a tecnologia auxilia na autenticação da origem dos remédios, protegendo-os contra falsificações e também na redução de possíveis erros em inventários. Já na indústria alimentícia, o RFID vai, principalmente, acompanhar as datas de validade e temperatura, reduzindo também o desperdício.

 

“O RFID é uma oportunidade tecnológica para aumentar a eficiência e a rentabilidade da empresa em diversas vertentes que até pouco tempo atrás não eram possíveis. A segurança está entre os principais benefícios ao utilizar essa tecnologia revolucionária, pois é possível evitar roubos, falsificação e o uso indevido do produto final; também ajuda a reduzir o desperdício e aumentar a gestão da sustentabilidade e o engajamento dos clientes por meio de experiências personalizadas”, explica a gerente de desenvolvimento de negócios Fabiana Wu, da Avery Dennison.

No setor de cuidados com a saúde, por exemplo, clientes relataram retorno do investimento de até quatro dólares por medicamento rastreado com tags RFID. No setor de supermercados, a desperdício de comida pode ser reduzido em até 20%, representando uma economia global de US$ 22 bilhões através da utilização da tecnologia. Isso porque o sistema gerencia melhor os produtos de uma maneira mais ágil e mais precisa.

“Imagine um mundo em que os hospitais conseguem acessar instantaneamente o histórico médico de uma pessoa através de uma pulseira de identificação, onde as lojas de varejo são transformadas em showrooms de informação onde os clientes conseguem identificar o compromisso com a sustentabilidade dos produtos que eles escolhem, e as empresas farmacêuticas podem rastrear a jornada de cada medicamento produzido, desde o processo de fabricação até o paciente. Acredite ou não, cada uma dessas aplicações é viável agora através da tecnologia RFID” – completa Fabiana.

Rastreabilidade: guia auxilia setor regulado na implantação de sistemas

Guia traz orientações para facilitar a integração dos sistemas desenvolvidos pelo setor regulado com o SNCM.

A Anvisa lançou o Guia de Implantação do Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM). Trata-se de um documento técnico que irá auxiliar o Setor Regulado a desenvolver os sistemas que transmitem dados de produtos para a Agência.

O Guia tem por objetivo definir especificações e critérios técnicos que irão orientar os membros da cadeia brasileira de movimentação de medicamentos na criação dos próprios sistemas. Assim, será possível fazer a integração dos sistemas desenvolvidos pelo setor regulado com o SNCM.

Confira o documento na íntegra.

Acesse também a página sobre Rastreabilidade de Medicamentos no portal da Anvisa, que traz outros conteúdos sobre o tema.

Fonte: Anvisa

Ministério vai centralizar armazenamento e distribuição de medicamentos do SUS

Uma única empresa será responsável pela retirada, transporte e armazenagem dos produtos; medida irá gerar economia de 20%.

Uma única empresa vai realizar a logística, o armazenamento e a distribuição de medicamentos e outros produtos do Sistema Único de Saúde (SUS). Além de acabar com 15 contratos que atualmente prestam o serviço de forma descentralizada, a mudança deve aumentar em 20% o espaço para conservar os insumos, aprimorar o controle de prazos de validade e entregas, além de reduzir os custos em 20%.

A empresa vencedora da licitação será responsável pela retirada do produto, nos portos ou aeroportos, pelo transporte, pela armazenagem até a entrega.

Para o ministro da Saúde, Ricardo Barros, a mudança permitirá coordenar melhor os gastos. “Com o excesso de contratos, e todos descentralizados, é uma tarefa complexa coordenar de forma efetiva a qualidade dos serviços. A centralização diminuirá os riscos de perdas de medicamentos e insumos na armazenagem, garantirá mais agilidade na distribuição, reduzirá o tempo para o transporte e vai melhorar a infraestrutura. Com certeza, daremos maior agilidade na entrega”, diz.

Estoque

Atualmente, são oito armazéns (câmaras frias, armazém de insumos e de praguicida), quatro deles no Distrito Federal e quatro no Rio de Janeiro. Cada um deles ainda mantém outros contratos de aluguel, mão de obra e manutenção.

Após as mudanças, os estoques estarão concentrados em São Paulo. Como dois dos maiores aeroportos do País estão em São Paulo, isso irá contribuir para reduzir o custo com transporte. Além disso, 64% da demanda por medicamentos e insumos de saúde estão no Sudeste, e São Paulo é o estado que apresenta as melhores propostas de empresas especializadas com menor custo.

Monitoramento on-line

Por meio da Base Nacional de Dados da Assistência Farmacêutica, lançada em outubro deste ano, será possível melhorar o planejamento da compra, do controle da data de validade e a realização de remanejamentos.

De acordo com o Ministério da Saúde, o sistema permitirá economia de cerca de R$ 1,5 bilhão por ano, quando for aplicada em todo o País. As informações sobre distribuição, estoque e acesso aos medicamentos do SUS são monitoradas de forma on-line pelo Ministério da Saúde.

A iniciativa já foi testada em quatro estados: Distrito Federal, Alagoas, Tocantins e Rio Grande do Norte. Nesses locais, foi possível evitar o desperdício de até 30% dos medicamentos entregues.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde 

Indústrias farmacêuticas se empenham por adequação à lei da rastreabilidade de medicamentos

As indústrias farmacêuticas estão empenhadas na adequação àquela que pode ser um dos principais pilares da chamada quarta revolução industrial: a lei da rastreabilidade de medicamentos. Tema em alta no mercado de Ciências da Vida do Brasil, é de suma importância tanto para a cadeia produtiva quanto para o consumidor, já que a serialização e rastreabilidade possibilitará ao consumidor a garantia de origem dos produtos e deve contribuir para inibir a venda de produtos roubados ou falsificados. Leia Mais »

Fiocruz lança aplicativo que estimula desenvolvimento sustentável

A Fundação Oswaldo Cruz lançou no dia 8 de novembro a plataforma Ágora – uma das iniciativas da Estratégia Fiocruz para a Agenda 2030, que tem como objetivo estimular o desenvolvimento da inteligência cooperativa em prol do alcance dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS), além de ser uma contribuição da Fundação para a iniciativa global.

A Plataforma Ágora faz parte das estratégias da instituição para a Agenda 2030. Trata-se de um espaço virtual que oferece acesso a uma rede que promove a interação entre diferentes atores em torno de temas relacionados à saúde e a inovações para os ODS. E mais: o site traz, ainda, um espaço para notícias e eventos e o convite para um desafio de curadoria de iniciativas para um mundo sustentável. O desafio Ágora 2030 é um aplicativo mobile (APP) cujo escopo principal é operacionalizar os desafios de curadoria de soluções para os ODS.  Para isso, serão realizados eventos virtuais temáticos, onde um universo delimitado de soluções será objeto de curadoria social.

A proposta do aplicativo consiste na metodologia de gamificação, que promove a curadoria social e a qualificação das soluções, além de informar os participantes nos temas concernentes à Agenda 2030, especialmente sobre o ODS 3: saúde e bem-estar.

O aplicativo Ágora 2030 tem como pano de fundo o cenário do emblemático Castelo da Fiocruz. O jogo se desenvolve em um povoado chamado Ágora e que, no decorrer das fases, é reconstruído colocando-se em prática as metas dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável da Agenda 2030.

No desafio Ágora 2030, o participante se transforma em curador de inovações para um mundo sustentável, reconstrói o povoado Ágora e ajuda a melhorar o planeta. Assim, ao estimular a interação com soluções para os ODS da Agenda 2030, realizadas no Brasil e no mundo, o aplicativo irá promover não apenas a divulgação de tais soluções – estimulando sua reprodução/adaptação para outras realidades – como também a curadoria das soluções, qualificando o banco de dados e aumentando a capacidade de gestão do conhecimento.

We App Heroes

A Fiocruz lançou também o We App Heroes, um aplicativo móvel que tem como objetivo inspirar as pessoas comuns a agir sobre os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável através das ações de usuários nas proximidades. Ao reunir pessoas dispostas a oferecer ajuda voluntária, o We App Heroes cria a base para uma economia colaborativa que reduz os custos ambientais, sociais e econômicos dos atos cotidianos, ao mesmo tempo em que aumenta a conscientização sobre como essas ações estão ligadas aos Objetivos Globais da Agenda 2030.

O aplicativo, criado em parceria entre a Sunscious Ltda e o Centro RIO+ do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (ONU), propõe o altruísmo a partir da resolução de demandas e problemas reais. Por meio de tecnologia georeferencial, a plataforma possibilita a interação de usuários tanto para proposição de atividades, quanto para participação. Caso seja usado para hortas comunitárias, ações de viagem, tutoria, doações ou limpeza de praia, o aplicativo cria a base para uma nova economia de compartilhamento.

Indústria 4.0, ‘Digitização’, Internet das Coisas e a 4ª Revolução Industrial

Por Jair Calixto* Leia Mais »

Aplicativo chega para revolucionar o atendimento farmacêutico

Há pelo menos três anos a prática da consulta farmacêutica foi homologada por força da Lei 13.021 e de duas portarias do Conselho Federal de Farmácia. Desde então, as farmácias estão se adaptando e, aos poucos, destinando um espaço exclusivo para os consultórios farmacêuticos, onde as consultas podem ser realizadas. De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, dados preliminares do Censo Demográfico Farmacêutico feito pelo Instituto de Ciência, Tecnologia e Qualidade (ICTQ), indicam que já existem 1.453 consultórios farmacêuticos em todo o país. Mas não são apenas as farmácias ou redes que estão investindo nas consultas farmacêuticas.

Farmacêutico-bioquímico com doutorado em Farmacologia pela Universidade Federal de Santa Catarina, UFSC, Dr. Niraldo Paulino tem mais de 20 anos de experiência no ramo. Com todo o conhecimento adquirido, tanto na teoria, quanto na prática, ele teve a ideia, em 2016, de criar uma plataforma de atendimento farmacêutico focada na prevenção e no cuidado com a saúde das pessoas. Assim nasceu o aplicativo e-Santé.

O aplicativo é o único no mercado a oferecer atendimento farmacêutico domiciliar. Ele funciona de forma parecida com os aplicativos de transporte, só que em vez de conectar motoristas e pessoas que precisam se locomover, ele serve como um elo entre o farmacêutico e o paciente. “Desta forma, a pessoa pode contratar uma consulta farmacêutica, agendar com o profissional, recebê-lo em casa e ter toda a atenção e cuidado que necessita, sem precisar ir até a farmácia. Mais comodidade, exclusividade e segurança, além de facilitar o acesso de idosos ou de pessoas com mobilidade reduzida a um atendimento de saúde com qualidade”, explica Niraldo Paulino, diretor da Medical Lex, empresa proprietária do aplicativo.

Segundo o Conselho Federal de Farmácia, em 2015 existiam mais de 195 mil farmacêuticos cadastrados nos conselhos regionais. “Se todos eles aderirem ao atendimento pelo aplicativo, uma grande rede de atenção à saúde será criada no país, o que vai melhorar a qualidade de vida da população como um todo”, afirma Paulino.

Como o app muda a vida do farmacêutico?

Atualmente, o farmacêutico só consegue atender à população durante seu horário de trabalho, na farmácia. Com isso, ele recebe seu salário conforme a quantidade de horas trabalhadas, que pode chegar, no máximo, a oito horas diárias. Atualmente, o piso salarial do profissional farmacêutico de Farmácia/Drogaria no estado de São Paulo, para a carga horária de 44 horas semanais, é de R$2.945,00, de acordo com o site do Conselho Regional de Farmácia.

Levando isso em consideração, o profissional que atuar pelo aplicativo, de forma independente, e estipular um valor médio de R$50,00 pelo serviço de consulta farmacêutica, irá receber R$8.800,00 ao fim do mês, caso trabalhe as mesmas 44 horas semanais, e realize um atendimento por hora.  Isso significa um aumento de quase 300% na renda mensal do profissional.

“Para efeito de comparação, caso o farmacêutico realize apenas três atendimentos por dia, de segunda a sexta-feira, cobrando R$50,00 por consulta, ele receberá R$3.000,00 no fim do mês, superando o piso salarial do farmacêutico em São Paulo”, destaca o idealizador do aplicativo.

De acordo com o Conselho Federal de Farmácia, os profissionais poderão realizar os seguintes atendimentos nas consultas farmacêuticas:

  • Orientar os pacientes sobre como usar os medicamentos prescritos pelo profissional de saúde consultado;
  • Avaliar os medicamentos que o paciente usa, seja em relação a dosagem, horário de consumo e até possíveis interações;
  • Comunicar-se com outros profissionais de saúde que já atendem o paciente para emitir um parecer farmacêutico e discutir tratamentos de forma integrada;
  • Encaminhar pacientes a outros profissionais de saúde;
  • Conversar com o paciente sobre sintomas e evolução da doença;
  • Solicitar exames laboratoriais para acompanhamento clinico e realizar medidas como as de temperatura e pressão, caso necessário;
  • Registrar as ações em um prontuário do paciente;
  • Prescrever medicamentos que sejam isentos de prescrição médica.

O aplicativo e-Santé já está disponível para download nas lojas de aplicativos para smartphones Android e IOS. A versão dos pacientes é chamada apenas de e-Santé, já a versão dos farmacêuticos é e-Santé Profissional. Para mais informações, acesse o site do aplicativo: www.e-sante.com.br.

Nova plataforma IoT (Internet das coisas) é ideal para monitoramento industrial

O Neosensor é uma plataforma de internet industrial capaz de coletar, armazenar e processar dados em tempo real. Através da interface (Hardware/Software) e processamento de dados, podemos identificar padrões e apontar anomalias em sistemas e processos, garantindo assim rápida resposta e efetividade no monitoramento de sistemas produtivos.

A plataforma utiliza Big Data e Inteligência artificial aplicada a indústria transformando dados em informação e ganho de produtividade.

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